domingo, 23 de março de 2014

Tempo roubado… ou emprestado?

O Outono chegou aí. O calor estava bom, apesar de uns dias quentes demais. Não tenho como negar que acho uma delicinha ficar morgando em casa debaixo das cobertas e assistindo um filminho com o meu amor. É, gente… acho que tô ficando velha mesmo.

No post anterior, divaguei um pouco sobre o tempo. Realmente tenho filosofado um tanto quanto este assunto ultimamente.

A melhor agora é que andei roubando o tempo. Mas como?
Bem, não uso relógio há muitos anos. Desde que um ladrão de galinhas me assaltou no ônibus meu reloginho lindo com pulseira militar verde, resolvi aposentar as horas.
Olho no celular, no relógio da rua (que agora tem 1 a cada 1 Km), pergunto para os outros e por aí vai.

Me senti roubando o tempo, quando, no meio de uma reunião importante precisava urgentemente ver a hora. Seria um ato indelicado clicar no celular para olhar a hora, tinha que fazer um movimento mais discreto. Foi quando percebi que a pessoa na qual não parava de falar carregava um relógio do tamanho de seu ego e, enfim… roubei as horas.

Fiquei empolgada com este gesto tolo, que agora isso virou minha mania. Percebi que relógios digitais só os corredores gostam para ostentar seus Garmins (às vezes até eu uso o do Du emprestado para passar pinta de corredora). A maioria gosta mesmo é de relógio de ponteiro, e grande! Mulherada: continuem gastando aos tubos nos seus Michael Kors, eles são os melhores para visualização de longe. E eu, com meus olhos de lince que o Dr. Molinari me vendeu, pesco todos!





Meu relógio de vaquinha, lindo que tanto me acompanhou pelas odisséias da vida...

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