sábado, 22 de fevereiro de 2014

Seen it All

Tenho estado meio fora de cena, a vida está muito corrida não só no trabalho (como de costume), mas também com o casamento. Nunca pensei que fossem tantos detalhes para cuidar, parece uma lista que nunca tem fim. Mas enfim. O foco do post não é o casamento, mas sim uma música linda que há temos ouvia no rádio e, sem querer descobri que tinha no meu iPhone.

Antes de ver o clipe para fazer o post, esta música me remetia aos boards de casamento vintage do Pinterest que estou exausta de navegar quase que diariamente. Depois de vê-lo, descobri um outro lado, diferente e bem bacana.
Gosto da voz do Jake Bugg e do refrão. Vou parar de falar e deixar vocês ouvirem. Enjoy it.




Jake Bugg - Seen it All



segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A Exclusividade de não ser Exclusivo

Todos queremos ser únicos.
Exclusividade é a palavra da vez.
Num mundo de consumo de massa, queremos nos sentir tailor made ou quem sabe one-of-a-kind.
Sim, queremos me vestir de forma original, ter pensamentos que ninguém ousou cogitar antes, conhecer lugares e ouvir músicas antes que todos, queremos que tudo aconteça primeiro conosco e depois com os outros.

Até onde vai esta neura pela exclusividade? 
Quanto as pessoas pagam para se sentirem únicas?

O mundo é gigante, mas sabemos que nosso universo é limitado. Tudo é centralizado. Já ouvi alguém dizer que nossa rede de contatos varia entre 300 pessoas e o resto é tudo coadjuvante.
"E aquelas pessoas que tem mais de mil amigos no Facebook?" Impossível. Duvido que esta pessoa mantenha contato e veja o feed de todos da lista (até mesmo porque a ferramenta da rede social nem permite isso de forma espontânea).

Vivemos na comunidade do bairro e no círculo central, frequentamos os lugares que estão "in", assistimos os mesmos filmes, consumimos a mesma mídia de massa, vamos nos mesmos shoppings e compramos roupas dentro das marcas que estão no protocolo. Achar que, depois de tanta mesmice somos exclusivos é uma bobagem.

O que ninguém nos copia ou reproduz em massa são duas coisas: fisionomia e sentimentos. Até pode acontecer de alguém cometer a insanidade de fazer mil plásticas para chegar em um ideal de beleza, mas jamais chegará a ser igual a outra. Nossos sentimentos, por mais que os categorizamos dentro dos significantes tais como: amor, alegria, tristeza e por aí vai são únicos e jamais serão sentidos ou tangibilizados por outra pessoa. Tá aí a autêntica exclusividade.

Mesmo não vendo sentido neste frenesi de ser ímpar, quem nunca quis se sentir único por um milésimo de segundo?



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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Mensagem por aí

Fuçando na minha pastinha de fotos com nome de "Por aí", encontrei uma pérola.
Me lembro muito bem deste dia, voltava à pé do trabalho em uma 6a feira na hora do almoço. Passei em frente de uma escolinha infantil e vi este texto tão lindo que fotografei. Hoje a escolinha não existe mais, mas a mensagem ficou para a memória.

Vale a reflexão: