sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Amo!

Amo demais da conta e é claro que você sempre vai fazer parte dos meus sonhos, delírios, viagens e realizações.

Chato, pentelho, vive me monitorando, mas que não consigo viver sem!


At the tube



#londondreamcometrue

Não há significante algum dentro desta limitada linguagem que defina minha emoção de chegar ali. Foram tantos anos de desejos, anseios, expectativas e planos que, quando menos esperei tudo se encaixou da melhor maneira possível.

Primeiro que nunca achei que fosse ter a capacidade de chegar lá (não sei por que duvidei tanto de mim mesma).
Há alguns anos atrás quase larguei tudo o que não tinha para ir, mas coloquei meus pés no chão e decidi postergar.
Ano passado, achei que fosse finalmente me presentear de 30 anos com esta viagem, emendando Amsterdam, mas ainda não era a hora.

Neste ano, quando praticamente havia descartado a possibilidade de ir tão cedo, eis que surge a oportunidade: meus humildes pés aterrisando em Londres.

Dei uma passada por lá a trabalho mas ficou o gostinho de quero mais. O melhor da capital britânica não tive como não vivenciar com a pessoa mais importante para mim ao meu lado.

É lógico que o primeiro passeio turístico teve que ser ali: no Big Ben.

Saindo da estação Westminster, já avistei seu corpo robusto e trabalhado, mas não acreditei que era ele mesmo. Andei mais alguns metros e o admirei de longe. Meus olhos não acreditavam no que via. Mal conseguia piscar, este momento era muito importante e esperado não queria perder um segundo sequer.

De repente, veio um misto de orgulho, alegria, missão cumprida, força, fé, calor e sei lá mais o que, que desabei a chorar de tamanha felicidade.

Indescritível a sensação de realizar um sonho. 





Uma imagem vale mais do que mil palavras.


Positive Vibrations

Já comentei em outro post que ultimamente tem sido bastante corridos por aqui.
Semana passada fiquei out por uns dias. Fui à Bahia pela empresa.
Nunca a combinação de trabalho com lazer foi tão perfeita.

Fomos às lojas do luxo ao lixo, dancei axé, visitamos o Elevador Lacerda, Pelourinho, Mercado Modelo, Praia do Flamengo, Barraca do Lôro, comemos comida típica e, o ápice para mim: a igreja do Bonfim. Sempre irritantes aquelas pulseirinhas que todo mundo amarrava com 3 nós e deixava no pulso ou tornozelo até apodrecer (eca!)...

Mas, ao ver tudo ali... aquele misto de cores, formas e devoção foi sensacional.
É lógico que fiz minha fézinha e, ao que parece, já começou a surtir efeito.
Não importa a religião, a crença, mas essas tradições temos que respeitar.

Bahia de todos os santos: quanto axé nesta terrinha!



7 nós, 7 desejos. Vou perseguir cada um deles até que se tornem realidade.




sábado, 17 de agosto de 2013

O dia que esqueci de mim mesma

Depois de algumas semanas trabalhando insanamente, enfim, dediquei um tempinho para dar uma passadinha por aqui. Fazia tanto tempo que não entrava no blog, que até senha o blogger me pediu. Talvez deva ter pensado que desisti deste meu cantinho sagrado.

Minha vida pessoal e minha casa estavam uma completa bagunça, bem como minha cabeça. Hoje dediquei meu querido sábado para arrumações e supermercado. Nem isso tinha feito, não havia mais comida na minha casa. Geladeira vazia. Na fruteira, só cebola e batata. 

Esta semana foi insana, saí tarde todos os dias. E o pior: quando me dava conta, o tempo já tinha me engolido. Até compromissos na hora do almoço marquei.
À noite, chegava em casa, comia, assistia o mínimo de TV e dormia para acordar cedo no dia seguinte.

Às vezes, fico tão concentrada no meu computador, que fico com preguiça de levantar até para ir ao banheiro. Ou, emendo uma reunião na outra e fica praticamente impossível sair no meio delas para tomar uma água sequer. Não deu outra: atacou a cistite. Esta dor ácida e malvada me persegue, pelo menos, umas 3 vezes por ano. E toda vez que acontece, prometo a mim mesma que vou diminuir o ritmo, trabalhar menos e não levar o computador para casa no fim de semana. Imagina: ele está aqui ao lado, clamando para que articule suas teclas até agora intocáveis. 
Trabalhar de fim de semana é uma via de duas mãos: por um lado, me organizo e salvo algumas horas do meu dia da semana e vou mais focada. Por outro, o trabalho é infindável e dôo meu lazer de mão beijada à aquele Grande Outro me me cobra da maneira mais cruel diariamente.

Tive a oportunidade de participar de um curso de comunicação, focado em liderança. Estou animada com este curso, são 4 módulos e este foi apenas o segundo.
Infelizmente me decepcionei um pouco com o conteúdo, mais me pareceu uma roda de auto-ajuda do que outra coisa. Mas valeu, de qualquer forma, para conhecer e interagir com outras pessoas de áreas distintas as quais não tenho contato. Não tive como criticar (internamente, claro) muitos aspectos abordados e, principalmente a explicação rasa do pensamento. Esta eu não engoli.

O Du me cobra para chegar cedo, cuidar dele e da casa e sinto que principalmente esta semana falhei. Por mais que tente, é difícil ser uma super-mulher. Por que esta sociedade nos impõe tantos deveres?

Esqueci de falar que, na semana passada, acordei com uma tontura lascada que achei que fosse labirintite. Nunca tive isso, mas tudo rodava e não sabia o que era.
Fui ao médico, fiz exames e, ainda bem que não deu nada, exceto meu colesterol limítrofe, detalhe este que já sabia desde o início do ano. Preciso me exercitar, mas...

Parei de andar de bicicleta.
Parei de fazer caminhadas.
Nunca mais tentei me animar a correr.
Parei o pilates.
Parei de olhar o sol, os detalhes da rua, da minha casa, da minha vida.
Parei de olhar para mim mesma e dar mais atenção aos queridos ao meu redor.

Explico na minha tag o que é o trabalho para mim: meu sweet hard work. Ultimamente está bem mais para hard do que sweet. Ainda viro este jogo.



presente...


...futuro!

(both from i can read)



segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Real Beleza

Até a pessoa mais perfeita na nossa concepção sente que tem um defeitinho ali, outro aqui e, no final do dia nunca se sente 100% a vontade com sua aparência.

Aqueles que tem cabelo crespo, querem alisar. As de cabelo liso, querem encrespar.
Pintar de outra cor, usar lente para mudar a cor dos olhos, cirurgia plástica para retocar o nariz, a boca, o seio e por aí vai.

Com esta geração Photoshop em busca da mulher ideal, esquecemos que o real é o mais bonito e o que realmente importa.

Claro que gostaríamos de corrigir algumas características que só nós percebemos e viram um monstro ao olharmos ao espelho, enquanto para o olhar alheio passa despercebido ou o efeito é contrário: se torna o charme e a personalidade da pessoa.

Já me complexei muito com meu corpo, minha aparência e hoje digo que me aceito mais. Claro que gostaria de mudar algumas coisas, mas sem isso, tenho certeza de que eu não seria eu e perderia toda a minha essência.

Imagino que muita gente já viu (afinal, são mais de 5MM de views na versão curta), mas esta campanha da Dove é espetacular. 
Mesmo sabendo que por trás de toda campanha publicitária há o propósito da venda, esta consegue trazer uma mensagem positiva sobre nossa auto-estima.


Bonito é o que somos.
Se não nos admirar, quem o fará?






sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Meus cumprimentos

Aperto de mão: ocasião muito formal de trabalho, ou gringo.
Tem aqueles de mão molenga que demonstram que a pessoa é frouxa ou sem credibilidade.
Aperto médio é o ideal.
Aperto que estrangula: sua mão e fica doendo por mais uns 15 minutos após. Pessoa meio afobada, não?

Beijo no rosto: para quase todas as ocasiões, desde pessoas que estou acabando de conhecer até aquelas que já conheço bem.
Tem aquele beijo que só estala na orelha, pois o cumprimento mesmo é a bochechada (e se os rostos são magros, são os ossinhos que batem. Ui!).
Tem aquele beijo na bochecha, desde o seco até o molhado. Este último, geralmente são pessoas indesejadas que o praticam. Eca (tem que limpar discretamente o rosto depois)!

Abraço: Mais carinho, mais afeto. Para aqueles amigos mais próximos ou felicitação de aniversário, saudades ou algo do tipo. Geralmente vem depois de um beijo no rosto (ver modalidades acima)
Tem aquele que é xoxo, que parece não querer abraçar ou não demonstra sinceridade. Por que tenta tal ato?
Aquele que é longo e gostoso, esquenta nosso coração. Hummm!
E aquele que também te aperta, quase quebra seus ossos. Ou é alguém querendo cometer um atentado ou é a saudade mesmo que apertou e está sendo dilacerada neste momento tão delicioso.

É, confesso, sou uma pessoa sinestésica. Sempre soube disso, mas por ter ouvido alguém me definir assim, parei para pensar um pouco mais a respeito.
Gosto de encostar, de beijar e abraçar as pessoas queridas.
Sorrir e ter sorrisos de volta.
Quero tatear os objetos, sentir sua textura.
Sou meio chatinha com odores, não uso perfumes e os cheiros representam muita coisa.
A visão então... nem se fala! Tenho sede de ver tudo. Como e faço a digestão só com os olhos, que não são tão pequenos assim por natureza.

Eh delícia! Como é bom este contato com as pessoas, né?!



Abraço sincero do meu friend Gabi :)