sábado, 6 de julho de 2013

Revenge.

A vingança é um prato que se come frio.

Não importa o quão horrível é o fato de alguém despender seus pensamentos em esforços  para dar o troco em alguém que lhe fez mal.

Sempre acreditei na força da vida, da ação e reação. O que se planta, se colhe. As pessoas que me prejudicaram tenho certeza que a vida se encarregou de lhes mostrar que  o caminho não é este. Da mesma forma que meus erros em algum momento vieram à tona para que pudesse repensar e mudar minha atitude.

Bem, agora vamos ao que interessa: let's translate: Revenge.

Desde que ouvi a história deste seriado na Globo, fiquei curiosa. Não sou de curtir seriados (além do C.S.I.), acho muitos deles coisa de americano bobo. Principalmente aqueles que tem a risadinha fake no fundo. Affff!

Num belo feriado, vi que a primeira temporada estava disponível na íntegra no Netflix e lá fui eu. Pega pelo vício. Assisti o primeiro e não parei nunca mais.

Não me contentei em ver só a primeira temporada, como baixei a segunda e a engoli aos poucos (por falta de tempo mesmo).

Agora que cheguei ao fim, estou órfã. A terceira nem começou a ser filmada.
Aguardarei ansiosamente a próxima. Me avisem quando sair.



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