domingo, 24 de fevereiro de 2013

O lado bom da vida

Geralmente estes filmes que possuem muitas indicações ao Oscar não são exatamente os que na minha opinião seriam os melhores, mas como não entendo tanto de cinema, acabo aceitando.

Nunca assisti o vencedor do ano passado, O Artista, minha vontade é nula. Não consigo entender o que tem de mais nesta obra.

Ontem, depois de um tempão de jejum de cinema fui ver O lado bom da vida.
No começo, achei que fosse mais uma baboseira que a academia coloca em voga como já fez com muitos outros, mas o desenrolar do filme é muito bem construído, seus personagens que vão e vem na hora certa, sem contar na atuação brilhante do Bradley Cooper, Jennifer Lawrence e Robert de Niro.

Ele prova que definitivamente não são os opostos que se atraem e que de louco todo mundo tem um pouco.

Emotivo, sensacional e água com açúcar na medida certa, estarei torcendo hoje à noite para que vença todas as estátuas as quais está concorrendo. Merecidíssimo!


domingo, 17 de fevereiro de 2013

Rafa Nadal

Nunca fui entusiasta do tênis. Confesso que o odiava, até.
Minha lembrança deste esporte era, quando de pequena, meu pai ficava eternamente jogando com seus amigos e eu enchendo o saco para ir embora. Não aguentava mais a bolinha batendo de um lado para o outro, raquete aqui, saque ali.

Já com o Du, a história é diferente. Completamente o oposto. Ele ama, joga, assiste na TV e essas coisas. Comecei a me pegar entendendo um pouco mais só de ver na SporTV... e não é que a voz do narrador é bacana? Dentre os sets, a dupla falta, a quebra de saque, a bola boa e por aí vai me peguei entendendo pelo menos um pouco do negócio.

No ano passado nos recusamos a pagar aquela pequena fortuna para ver o Federer aqui no Brasil, mas neste ano rolou a oportunidade VIP de vermos o Nadal (Valeu, Chris!!! ).
Dos ídolos do tênis certamente é ele que mais simpatizo (obviamente também por influência do Du). Até gosto do Federer, mas não do Djokovic aquele metido.

Bem, lá fomos nós para o Ginásio do Ibirapuera na sexta-feira à noite. Ficamos bem atrás da quadra que, segundo o Du, são os lugares mais concorridos do jogo, pois não ficamos como cachorrinhos com a cabeça balançando de um lado para outro.
Tava tão cheio que quase não sentamos. O pessoal que ficou do nosso lado era um grupo de sei lá o que, mas todos vestiam uma camiseta verde igual. Talvez eram da mesma escolinha de tênis. Acabamos deixando o camarote de lado, já que ficava longe do jogo e não usufrui nada mais do que meia taça de Prosecco.

O Nadal jogou contra um argentino trouxa patrocinado pela Fila, mas que não jogava mal não. Até ganhou o primeiro set e eu achei que o Nadalzinho fosse perder, pois sabia que ele estava com o joelho machucado.
Era engraçado notar quantos tiques nervosos este cara tem. Na TV até dá para ver, mas ao vivo nota-se que ele tem bem mais: arruma a linha da quadra com o pé, bate a raquete no tênis ou bate a ponta do tênis no chão, tira a cueca do cu, arruma o cabelo de um lado, cheira, arruma do outro e limpa a mão na bermuda. Ufa! Esse ritual é constante, principalmente quando é a vez dele de sacar. Irrita um pouco até, mas é seu estilo.

A concentração deles é absurda, apesar da torcida brasileira não ter permitido muito. Todos ovacionaram e muito o querido Nadal e às vezes soltavam uns gritos perdidos, o que não é permitido num jogo de tênis. Mas isso é Brasil, minha gente! Eita povo caloroso!

É claro que o espanholzinho não ia deixar barato e, mesmo passando algumas bolas que ele não se empenhou em pegar, muitas duplas faltas cometidas, ele finalmente ganhou.
Foi lindo ver sua vitória, sua comemoração. Adorei.
Quem sabe no futuro não o vejo jogar algum campeonato mais top fora do Brasil?




 Preparando para receber o saque



No super saque


Bem de pertinho



Comemorando a vitória. Vivaaaaa!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Carnaval.

O momento para todos aproveitarem a "licença poética" para fazer as coisas mais loucas que em outro momento do ano, ninguém o faria.

As fantasias dos bailes (exceto as dos desfiles profissionais) revelam traços da personalidade ou do inconsciente mais íntimo dos foliões.
Desde pequena, nunca fui muito fã de carnaval, com essa muvuca, todo mundo bêbado além da obrigação de você viver o carpe diem "só porque é carnaval".
O mundo acabará exatamente na 4ª feira de cinzas e você terá que aproveitar ao máximo para não passar o restante do ano se arrependendo do que não fez.


A melhor parte do carnaval é o feriado. Dias e dias de descanso para poder viajar, pensar na vida ou simplesmente não fazer nada.

E quem disse que não há o lado bom nas coisas ruins?



Resgatei do meu Facebook do ano passado para mostrar minha consistência ao amor ao Carnaval




Música Chic.

Apesar da triste letra, a voz e o piano são incríveis. Não só isso, mas o arranjo da música toda em si. Eita melodia gostosa. Quem sabe não a dance no dia do meu casamento?





Flight Attendant - Josh Rouse

Mudanças

Quer coisa mais chata, mas ao mesmo tempo legal do que mudar?
Dá um frio na barriga, um medo, receio do novo... a descoberta pouco a pouco, ansiedade... mas, depois que esta fase passa, tudo vira alegria!

Este ano de 2013 certamente será marcado por grandes mudanças.
Sejam elas físicas ou psicológicas, mas elas estão presentes desde o primeiro dia.

A começar com a quebra de paradigmas da passagem de ano. Quem disse que viajar todo ano no reveillón é algo obrigatório? Claro que uma viagenzinha sempre é benvinda, mas... por que não? Me surpreendi com uma festa tão gostosa, animada e divertida como foi a deste ano.

Mudei o plano da minha conta de celular. 
Abri mão de alguns canais na NET. 
Em contrapartida, assinei o Netflix, eita coisa boa!
Mudei de empregada e em breve mudarei de casa. Este último feito, o mais doloroso para mim. 
Como diz o sábio ditado: nada é para sempre e, por que não fechar um ciclo em grande estilo?

Falando em estilo, venho notando pouco a pouco estou adaptando o meu. É claro que não perderei minha personalidade, mas acho que a maturidade está me atingindo mesmo.
Não gostava de saia comprida, agora gosto.
Gosto de muitas cores, mas tenho curtido um look p&b.
Abominava dourado e agora tenho um colarzinho de ouro velho, presente da querida Rérica. Sem contar na jaqueta com zíper dourado e camisa de botão dourado. Ai.
Misturar doce com salgado. Antes era "eca", agora é "hummmm".

Ultimamente ando mais desprendida das coisas. E com uma vontade enorme de mudar.
Para onde? Ainda não sei. 
O caminho é certo e aponta para algum lugar especial.



Pôr do sol: foto tirada por mim em algum lugar do passado. Nada como olhar para trás para seguir em frente.