quarta-feira, 20 de junho de 2012

Pienso En Ti






Pienso En Ti
Shakira

Cada día pienso en tí
Pienso un poco más en tí
Despedazo mi razón
Se destruye algo de mi
Cada día pienso en tí
Pienso un poco más en tí

Cada día pienso en tí
Pienso un poco más en tí
Cada vez que sale el sol
Busco en algo el valor
Para continuar así
Y te veo asi no te toque
Rezo por ti cada noche
Amanece y pienso en tí
Y retumba en mis oidos
El tictac de los relojes
Y sigo pensando en tí

Y sigo pensando...




Sí, lo sé que esta es muy antigua... pero quién dijó que las actuales son las mejores?
Era muy niña cuando fuí al mi primer concierto de ella, Shakira.
Inovidable!

Viva a diversidade!

Trabalhar na linha de frente com o cliente tem as suas vantagens: você conhece pessoas de A à Z e ainda conversa sobre assuntos mais diversos possíveis.

Em apenas uma tarde vou de loja de calçado que dá caixa de bombom de presente à loja de departamento com nome gringo com wine bar e caviar.

É mole?


sábado, 16 de junho de 2012

The second chance

Hoje, tudo é tolerância zero.
Não gosta, troca.
Não quer mais, joga fora.
Qualquer coisa, muda.


Já não nos preocupamos em construir relacionamentos e histórias com consistência ao longo do tempo.


Segunda chance?
Resgate?
Nem pensar!


Tudo é pra ontem e temos tantas opções que parece fácil descartarmos algo hoje e conquistarmos um novo em seguida.


Sim, temos que avaliar cada situação.
Nem tudo é prá sempre. Mas, que seja eterno enquanto dure.
A duração? Mais relativa do que nunca.


Pondere.
Repense.
Decida.


Coloque os pingos nos "is" e dê uma segunda chance.
Você vai se surpreender.





Puro Glamour na Festa de 50 anos das Havaianas

Sempre as Legítimas!
Não pude deixar de me arrumar à altura... Com direito a cílios postiços e tudo!











sexta-feira, 15 de junho de 2012

Quem sabe, sabe!




"A moda passa. O estilo permanece."


                                         Coco Chanel         



Cabelo, cabeleira, cabeluda, descabelada!

Não sou aquele tipo de mulher que gosta de se prender a pessoas específicas para os serviços femininos tipo fazer a unha, depilação e cortar cabelo.

Unha faço eu mesma desde pequena por uma tradição familiar e, quando dá preguiça vou a um salão perto de casa. Já fiz a unha lá algumas vezes, umas boas, outras nem tanto. Não sou aquele tipo de pessoa que só faço se for com a mesma manicure. Muito pelo contrário, gosto de variar.

Dei sorte que depilação por ser algo mais íntimo e complicado, consegui me libertar da minha querida depiladora que atendia no meu antigo bairro. No mesmo lugar que esporadicamente faço a mão, marco lá e, por sorte tenho 3 ótimas opções. Se algum dia alguma delas falhar, não hesitarei em tentar a quarta!

E o cabelo? Ah... nossas tão preciosas madeixas!
Não tenho o que reclamar, sou uma felizarda por ter herdado um cabelo lindo, castanho, fino e liso (que às vezes acho que é liso até demais, mas é normal, nunca estamos 100% satisfeitas com nossos respectivos cabelos).

Tem dias que ele acorda melhor, outros nem tanto.
Acredito fielmente naquela lenda do “Bad or Good hair day”. Tenho certeza que nosso estado de espírito influencia no jeito que quase imperceptivelmente ele varia aos nossos olhares.

Dizem que quando quer mudar de corte, você tem que mudar de cabelereiro.
Sei lá se é verdade ou não, mas gosto da idéia de tempos em tempos me arriscar um pouco e faço isso com uma certa frequência.

Adooooro cortar cabelo e, prá falar a verdade ele esteve razoavelmente comprido poucas vezes na minha vida.
Já tive as pontas do cabelo vermelhas, pink, já tive bem curtinho e repicado, mais comprido estilo argentino, chanel, enfim, um pouco de tudo dentro de um certo padrão de normalidade.

Há poucos anos atrás, descobri a tal das “Californianas” que dá uma luz nas pontas, como se estivesse queimado do sol.
Não, minha intenção nunca foi ficar loira, apenas estou adepta a dar uma bossa diferente para este alvo da minha auto-estima para mudar um pouco o visual.

A primeira vez que me arrisquei a tirar a virgindade de meu quase-perfeito cabelo, foi com uma cabelereira conservadora (até de mais) que cuidou da cabeça da minha querida mãe por quase 20 anos.
Imprimi todas as referências de como queria e não queria e, infelizmente não deu certo. Ela acabou fazendo luzes (a diferença das Californianas para as Luzes é que a segunda começa de cima), fiquei quase parecendo a Xuxa e praticamente enfartei quando vi aquela estranha que não era eu no espelho.
Toca tonalizante, tudo normal novamente.

Depois disso, tive a felicidade de acertar em cheio por mais algumas vezes que fiz em 2 cabelereiros diferentes.
Aprendi a gostar muito de um que me atendia no salão Retro Hair que comentei um pouco aqui.

Mas, o tal abriu um outro cabelereiro, o qual arrisquei uma vez para nunca mais. Não sei se foi o dia, ou ele, ou o novo ambiente, mas algo me disse que não voltaria mais lá.

Resolvi ir novamente no Retrô, adoro aquele lugar, a decoração, o clima descontraído e as cervejinhas que, de quebra, tomo enquanto espero minha vez.

Esse meu retorno foi uma saga e tanto.
Tentei por pelo menos umas 15 vezes ligar lá para marcar horário e o telefone estava estranhamente ocupado.
Entrei no blog e vi uma mensagem de que o pabx estava com problemas e tinha um celular temporário lá.
Mesmo sendo tratada com bastante frieza pela atendente, marquei horário com um cara que nunca tinha me atendido para cortar e retocar minhas Californianas.
Estava, de certa forma, com algum receio que pensei: “vou cortar primeiro e, se sentir confiança, farei a química. Caso contrário, só corto e deixo a mesma para outro dia.”

Depois de mais de 1h de trânsito para atravessar a cidade até o baixo Augusta, uma desagradável surpresa: o salão estava de portas fechadas.
Resgatei na minha memória que eles estavam prá se mudar de lá e, por sorte sabia que seria naquela mesma rua.
Não tinha registrado no meu celular aquele número provisório, meu 3G não funcionava e aquelas redondezas não são a melhor opção para parar o carro em qualquer lugar aquela hora da noite.

Fiquei atenta às fachadas e, por sorte, me deparei com o neon chamativo do salão no novo endereço. Parei o carro no estacionamento do supermercado que ficava no outro lado da rua e entrei.

Cheguei lá, dei meu nome na recepção e fui direcionada a aguardar no longe. Fiquei bastante maravilhada com a mudança, o cabelereiro tinha quase que triplicado o espaço, sem contar no upgrade na decoração que foi um show a parte.

Meu horário era às 20h e cheguei lá com 15min de antecedência.
Tomei uma cerveja. Folheei 1, 2, 3 revistas e nada de me chamarem. Ficava atenta ao meu nome, mas ao mesmo tempo não queria stressar por alguns minutos de atraso, mas quando deu meia hora, achei demais!

Voltei à recepção e perguntei se ia demorar. Meu azar foi tanto que elas esqueceram de anotar que eu cheguei e o meu novo cabelereiro estava me aguardando e eu a ele deste então.

Sentei na cadeira, conversamos um pouco sobre o que eu queria fazer, mostrei umas fotos de referência no celular.
Ele comentou que faria as Californianas antes do corte para não “espigar” as pontas. Achei estranho e até comentei, mas acabei deixando em suas mãos, afinal, ele deve entender mais de cabelo do que eu.

Conversamos, ele e a sua assistente foram extremamente agradáveis. Comentei com ele todos os meus percalços até então, desde o telefonema para marcar, a moça que não me avisou a troca de endereço e a espera de 45min.
Meu intuito não foi denegrir, muito pelo contrário. Queria mesmo que eles evoluíssem e melhorassem o atendimento, afinal, gosto muito daquele lugar e sei que essas coisas são fundamentais para o sucesso do negócio.

Passada 1h30 da química, acabei ganhando um shampoo hidratante por o mal entendido.
Sentei na cadeira, cortei o cabelo.
Achei um pouco estranho, pois mesmo com ele molhado, não conseguia ver o douradinho nas pontas.
Secou.
A esta altura já era quase 23h e muitos que trabalhavam lá já tinham ido embora.
Esta tão cansada e meio irritada de tanto tempo que estava lá, que paguei e fui embora.

Cheguei em casa e o Du me esperava acordado.
Quis morrer quando ele comentou: “seu cabelo não mudou nada!”

Realmente, ele estava mais castanho do que quando entrei.
O corte estava legal, mas... e as californianas?

Fiquei tão chateada e indecisa com o que fazer.
Tentei ligar, falar com ele, mas ele não podia atender.
Deixei recado. Nada.
Contei minha odisseia para várias pessoas e fiquei ainda mais dividida com o que fazer: voltar lá e pedir para fazer de novo (mas... e se ele ficasse com raiva e estragasse meu cabelo?), pedir meu dinheiro de volta ou desencanar de tudo e fazer em outro lugar?

Calhou que poucos dias depois do ocorrido, minhas amigas marcaram um happy hour bem pertinho dali.
Era o destino.
Cheguei lá e, ao contrário da minha traumática experiência anterior, fui muito bem recepcionada.
Contei minha história com a maior doçura possível e fui muito aberta para uma solução.
A gerente conversou comigo, mas não consegui marcar o retoque para aquele mesmo dia.
Depois veio ele. Fiquei surpresa com sua reação, me tratou super bem e ainda me disse “quero que você saia daqui satisfeita. Fiquei chateado que você não saiu assim daqui naquele dia, mas volte nesta semana, no dia e horário que você quiser, que farei o meu melhor para te atender.”.

Voltei.

Pedi mil desculpas por estar voltando novamente.
Ele foi um fofo e disse que eu era uma pessoa extremamente simpática e que fui tão sincera em ter conversado e voltado que para ele era um prazer eu ter voltado e ter dado um voto de confiança mesmo depois do ocorrido.

Dei muitas risadas conversando com ele enquanto pacientemente passava o descolorante mecha a mecha, tudo de novo.

O resultado? O melhor impossível!

E, deste ocorrido, escreverei no próximo post as anotações do meu caderninho que fiz ali na hora inspiradas nesta 2a chance.

Se voltarei? Claro que sim! E ainda indicarei para todas minhas amigas!