domingo, 26 de fevereiro de 2012

Ensaios de domingo

Se não todos, mas quase a maioria deles, vou almoçar na casa dos meus pais.
Mato a saudade, coloco os papos em dia e, de quebra, ainda aprecio uma deliciosa comida da mama.
Tem domingos que confesso que surge uma preguicinha, mas depois que estou lá, agradeço por ter ido.
Minha família é muito importante para mim e, mesmo não os vendo com tamanha frequencia, é claro que eles moram e sempre viverão dentro do meu coração.






Mama, o móvel da sala, ele com sono depois do almoço e o Zeus me dando tchau. Sorry Papa, Camila & Lele, vcs estavam ausentes bem na hora dos clicks! Eita brincadeira boa que é este Hipstamatic :) 

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Ahhhhh o verão

Adoro o verão, mas acho que não sou a única neste mundo a curtir tanto esta estação do ano, colorida, divertida, ensolarada e feliz.


Conto os dias para começar o horário de verão e não quero que ele acabe nunca.
Sempre é melhor quando os dias são maiores que as noites. Sou uma pessoa diurna curto tudo que eu posso enquanto o sol está raiando.
A lua também é maravilhosa, mas ela que me desculpe.


Mais um verão chegando ao fim. Que venha logo o próximo!






Olha ele aí! - Créditos: site farmrio

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

O sistema que nos engole a cada dia

É ótimo ter um espacinho só para você desabafar e dizer o que pensa da vida e das situações que acontecem no dia-a-dia.

Ontem, depois de um fato só pensava em passar aqui para falar o quanto somos escravos do sistema.
Sim, a abolição aconteceu há long time ago, mas hoje digo que ainda há escravidão, mas de uma forma diferente.
Não, não estou falando dos coitados dos chineses, indonésios, vietnamitas ou sei lá. Nem dos bolivianos que são escravizados aqui no Brasil e nada de trabalho não remunerado.

Somos escravos do sistema, das situações, onde sem dinheiro não sobrevivemos.
Sim, o dinheiro faz parte da necessidade básica na pirâmide de Maslow, sem ele não comemos, não bebemos, não nos locomovemos.
Mais do que isso, somos escravos das corporações onde aparentemente escolhemos para trabalhar. Temos que aceitar suas regras, sua cultura, suas imposições. E ai de quem se opuser a isso, está fora. Sim, claro, ninguém é insubstituível, sempre haverá outros pobres coitados que estão dispostos a fazer o dobro do que você faz pela metade do salário.

Salário? O que fazer com ele?
Bem, temos que trabalhar para pagar impostos a um governo falho. O dinheiro do nosso suor paga as férias na Tailândia ou a champagne da madame em sua casa blindada.
E, nunca vemos e nem veremos a cor desta grana. Só o desconto ali, na folha do seu hollerith todo fim de mês.
Fora que temos que pagar o VR, o estacionamento, a gasolina (ou o busão para aqueles menos afortunados). Sem contar os pagamentos que são reembolsáveis, o investimento inicial é seu e, depois de reportar centavo a centavo e alguns dias de espera, ele é reposto  na sua conta bancária.
O que sobra, você ainda tem que pagar as despesas da sua casa, sua comida e coisas do tipo.
Sem contar que, a partir do momento em que você sobe na tal pirâmide social, tem que se adequar ao sistema, com o carro do ano, com a roupa adequada, o celular da moda. Estar informado e conectado às merdas das redes sociais para não ficar fora, fazer cursos para ter um bom curriculum. Networking é fundamental, sua vida é uma vitrine.
Todos aqueles rótulos que uma sociedade capitalista e cosmopolita te impõe no mais sepucral silêncio.

Sim, a vida é dura e temos que aceitar isso.
Ou você dança conforme a música, ou é engolido. Não podemos reclamar. E ainda somos obrigados a agradecer por ter este inferno na vida. 
Ruim com ele, pior sem ele.
Fuck!



Estou sem repertório de fotos. Escolhi esta pois acho que muitos aqui já tiveram ou ainda tem alguns desses Créditos: site farmrio

sábado, 11 de fevereiro de 2012

As tais das Redes

Estou um pouco cansada de gastar tanto tempo em redes sociais.
Ouvi dizer que as redes viciam. Estão crescendo 170% a cada ano. Os países da América Latina são os que mais navegam por ali.

Parece frenético ficar conectado o tempo todo, reportando seus pensamentos e olhares através de fotos, marcando onde você esteve e com quem, e tem gente que ainda diz que não gosta de coleira... imagine se gostasse!

No Orkut foi onde tudo começou. Relutei para entrar, estava no último ano da faculdade. Depois que comecei a achar tanta gente que não via há séculos, me empolguei. Até que a febre começou a direcionar para o Face e o larguei lá. Acho que deve fazer umas 2 semanas que deletei meu perfil nesta pendenga. Tentei entrar no Twitter para contar para todo mundo que tinha feito, mas o site estava fora do ar. Que paradigma, não?

Entro no Facebook como uma voyer da vida de meus amigos: vejo quem casou, quem separou, a foto de seus filhos, namorados(as), por onde viajaram, onde estão trabalhando e o quão felizes todos somos nas redes. Um mundo onde apenas as qualidades aparecem e ninguém possui defeitos ou dias ruins.

No Twitter, escrevo algumas pílulas meio tontas, na verdade acho esta rede social meio rasa mesmo. Até sigo algumas pessoas, mas entro super pouco. 

Linkedin, dizem que todo profissional tem que ter. É uma forma de você se expor aos headhunters e achar aquelas pessoas que passaram pela sua vida por alguns anos na baia ao lado, mas que não são amigos suficientes para adicionar no Face. Várias vezes vem pessoas do nada, que nunca vi na vida me adicionando nesta rede e fico apreensiva. Não adiciono.

Hoje, sabadão, tanta coisa prá fazer e aproveitar notei que perdi uma boa meia hora mexendo no Instagram para adicionar meus amigos nesta rede. Até então postava algumas fotinhos brava no trânsito e da janela da minha casa. Mais uma para a lista.

Bem, meus amigos mais próximos sabem que eu tenho um iPhone, então parece que é um absurdo se eles mandaram uma mensagem ou um post e eu não ter visto ou comentado em seguida. Não sei o que aconteceu nas últimas semanas, mas meu celular não me avisa mais que tem pessoas me chamando por lá.

Tanto desabafo e injurio em relação às redes e cá estou eu, no meu blog diário, contando o que penso delas. Se não perdi tempo nelas, perdi falando delas. E, ainda por cima, na rede!

Bom, não importa. Esta é a realidade do momento e o melhor que tenho a fazer é me adequar do jeito que acho que tem mais a ver comigo e que não irá atrapalhar outras atividades, digamos, mais produtivas e relevantes.

E como disse um amigo num post: existem amigos do Face e do face to face. Com certeza este segundo são aqueles que você menos encontra pelas redes.




Na home da minha telinha: são 4 redes e milhares de formas de me contatar.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O nada

Às vezes dá uma vontade de jogar tudo para o alto e realmente parar.
Parar de pensar, de correr, de fazer sem saber se vai dar certo, de sonhar, de ir atrás, de abstrair.
Bem que eu queria por um momento ser uma garotinha mimada que recolhe seus brinquedos e diz que não quer mais brincar e vai embora.
De sair, de largar, de deixar as coisas acontecerem sem o olho diário para que elas evoluam.


Dias melhores virão, com certeza.
Afinal, o que seriam dos dias bons sem os dias ruins?





Olhando tudo do alto. Com certeza a visão é mais ampla.
Créditos: site farmrio

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Let's Rock! Foo fuckin' Fighters!

Quando novinha curtia um sonzinho estilo poperô.
Ia nos bailinhos dançar e parzinho a música lenta da novela na dança da vassoura.
Já curti Lambada, tive até uma sainha bem rodada para dançar melhor.


Naquela época, quando descobri na na TV da sala ainda sem controle remoto que pegava a MTV no canal 12, fiquei super contente.
Intercalava os desenhos da Globo com os clipes. Gostava de quase todos os programas, o Feijão MTV que passava toda tarde, Território Nacional com a Soninha, O Disk MTV com a Sabrina, o clipe do Gangsta's Paradise que tocava toda hora sem contar nas vinhetas memoráveis e os desenhos Garoto Enxaqueca, South Park, Beavis & Butt Head.


Sim, a MTV marcou minha passagem da infância para a adolescência.
Ficava deitada no chão com os pés no móvel onde apoiava a TV e trocava os canais com o pé. Minha mãe ficava louca quando via, mas sempre dava um jeitinho de continuar com o comodismo.


Foi lá que despertei para a música e mais especificamente para o rock n' roll.
Quem foi o real responsável pelo meu apreço a este tipo de som foi o Foo Fighters.
Dave Grohl e seus companheiros fazendo um som bem pesado na guitarra e o grito nos vocais.


Foi mais especificamente Monkey Wrench que me marcou. No clipe, a banda toca dentro de um micro quarto vermelho e a câmera com efeito olho de peixe reproduz o buraco do olho mágico enquanto a própria banda e os vizinhos bisbilhotam por ali.


É claro que comprei o CD The Colour and the Shape e me apaixonei por todas as músicas. 


O melhor de tudo é que essa banda é tão boa que os CDs que vieram em seguida sempre me surpreenderam e fizeram jus ao que sempre pensei sobre eles.


Nem acredito e estou contando os dias para o show do Foo Fighters no Lollapalooza, exatamente dia 7 de abril deste ano.
É claro que já garanti o meu ingresso no primeiro dia de venda.
Estou feliz que vai uma galera, o Du e principalmente minha irmã, super companheira de shows que me abandonou em alguns super marcantes no ano passado.
Tenho certeza absoluta que vamos pirar!


Apesar de torcer para o Dave tocar a maioria das músicas do meu CD preferido, tenho certeza que eu e toda a platéia irá arrepiar quando tocar Best of You.
Essa é incrível, mexe comigo toda vez que escuto.
Só espero não enfartar logo quando o primeiro acorde começar no dia 7.





Foo Fighters - Best of you

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Será que a corrida finalmente entrou na minha vida?

Bem, vou fazer 2 anos de Alpargatas em breve. Não, não é Havaianas, é Mizuno. A melhor marca de running do Brasil e do mundo!
Apesar de alguns percalços que passei (e às vezes ainda passo) lá, tenho o maior orgulho de fazer parte deste time e também de formar o meu próprio time.

As projeções para o mercado esportivo no Brasil são as melhores possíveis, principalmente por conta das Olimpíadas e Copa do Mundo.
A Mizuno ainda vai crescer muito por aqui, tem novidade para chegar.

Pelo fato de por aqui o foco ser running, sempre rolou uma pequena e bem leve pressão para eu correr.

Começou na corrida 10 Milhas do RJ, onde meu diretor perguntou "Você não vai correr, Mariana?!" "ui... ainda não!".
Me expliquei mais de mil vezes para meus colegas e até para os japas da Mizuno que o motivo pelo qual não corria, era porque fazia levantamento de copo, brincadeira, era o foco que estava dando na pós. 2x por semana sair no horário parece coisa de gente normal, mas aí não é. É muita coisa.
A monografia está me esperando, mas tenho ainda 5 meses para chegar até lá.

Tentei até usufruir da bolsa na melhor academia da cidade, fui 1x prá nunca mais.
Cheguei a correr 4Km nas corridas de SP, Brasília, RJ e, é claro, que meu dia seguinte era terrível.

Dentre minhas promessas de ano novo, ali estava ela: a corrida.
E ontem foi o dia D. 
Trouxe minha roupa de fitness e meu tênis, tomando cuidado para não chegar muito equipada e o professor não achar que já sou do ramo, já que [tks God!] tenho porte de atleta.

Primeira volta correndo e metade andando.
Depois, tentei fazer 5 mini voltas eu e outro cara que estava começando também, parei na terceira.
1 volta de 1 Km andando rápido e devagar.
+ 1 outra andando rápido em velocidade constante.
E, para finalizar, subi e desci 3x uma ladeirinha trotando.
A primeira foi ok. A subida da segunda, pensei em parar ali. Mas não. Lembrei da minha determinação que comecei o ano, não era tão difícil, tinha que ir até o final.
Fui quase que me arrastando na 3a volta, mas... consegui!

Esse pique final e o elogio da professora sobre minha postura foi o que me fez ganhar o dia.

Planos para o futuro? Então... pretendo todas as 3as feiras estar por lá. Nas quintas, pretendo treinar meu querido Du que tá precisando de mais saúde na vida.
Agora, só falta fechar a aula de pilates e manter o ritmo.



Eu, roxa de cansaço no Parque do Povo