domingo, 25 de setembro de 2011

Dia de Espectadora

É gostoso quando você tira o dia para não fazer mais nada além de assistir filmes.
Por alguns instantes você sente como a vida poderia ser como um conto de fadas ou como um romance de longa metragem.

Neste fim de semana foram quatro. Comecei por Sex and the City: o filme seguido de Sex and The City 2. Dificilmente os filmes continuação de outros são melhores que o precursor. Adorei me deixar levar pelas futilidades e labels de Carrie e suas girlfriends além de outros temas temas que você consegue se enxergar perfeitamente dentro deles.

Depois, O Discurso do Rei. Speechless. Linda fotografia, maravilhosa história, Oscar mais do que merecido. A saga de superação daquele homem, a fidelidade de seu Dr., o apoio de sua querida esposa; duas figuras essenciais para seu sucesso.

Por último, Amor e Suas Drogas. Todos na locadora disseram que este filme era muuuito bom, mas somente depois de meia hora depois do fim, percebi o quão bom ele realmente é.
O filme conta a história de um rapaz, filho bastardo mais velho da família. Famoso por desapontar seus pais por não ser aquilo que eles o projetaram. Garanhão, mulherengo, charmoso, ganha todas com apenas um olhar e uma cantada barata.
Após perder o emprego de vendedor em uma loja de eletrônicos, por indicação de seu irmão geek mais novo torna-se representante de medicamentos da Pfizer. Naquela época, este tipo de prática era proibida, o que tornava a abordagem com seu público-alvo mais difícil ainda.
Estranhamente durante uma consulta, conhece uma garota (a belíssima Anne Hathaway) e, de forma dramática se envolve com ela. Ela tem princípio de Parkinson, o que a torna uma mulher fechada para relacionamentos e descrente no amor.
O filme é bastante longo e repleto de encontros e desencontros. O que mais me tocou e que ainda lateja em meu cérebro foi a mensagem que ele me passou.

Conhecemos muitas pessoas na vida, algumas boas, outras nem tanto. Bonitas, feias, saudáveis, tristes, alegres, bem-sucedidas, doentes, de todos os tipos. O incrível é como poucas delas nos tocam no fundo da alma e conseguem nos tornar melhores nos fazendo acreditar o quão fabulosos somos apesar de nossos defeitos que insistimos em relembrar a todo momento.
Somos humanos e, ainda por cima errantes. Apostamos contra nós mesmos projetando expectativas, sejam elas otimistas ou não. Como todo jogo, temos 50% de chance de vencer e os mesmos 50% de perder. Não importa o resultado final. O que vale são as estrelas que estas pessoas especiais plantaram em nós e que brilharão em nossa memória para o resto da vida.




O Oscar do Dia

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