domingo, 27 de fevereiro de 2011

127 horas

127 horas. As mais agonizantes possível.

Ao entrar no cinema, 50% de mim esperava um filme chato e a outra metade, um digno de Oscar.

O tempo ia passando e o prepotente Aron fazia de tudo para sair daquela cilada.
Como alguém daria falta dele, se ele estava habituado a sumir sem dar satisfação à ninguém?
Depois de beber do próprio xixi, o ápice da película foi quando o desespero falou muito mais alto: a parte onde o pobre corta o próprio braço. Foram os 5 minutos mais longos e nojentos da minha vida. Havia comido pão de queijo e cupcake antes de entrar na sala e aquilo revirava no meu estômago feito uma trio elétrico de carnaval.
Não consegui olhar a cena integralmente, era demasiada bizarra e apavorante.

Ao final, sempre o aprendizado: você não está sendo submisso à ninguém pelo simples fato de dar satisfação do seu paradeiro. Por mais que você não ache, tem várias pessoas ao seu redor que te amam e se preocupam com ti.



Imagem de divulgação do filme

Um comentário:

  1. Confesso que, devido às minhas últimas experiências no cinema, estou com medo. Mas acho que pra mim seria mais fácil que ver "O Santuário"

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