sábado, 31 de dezembro de 2011

2011 na balança

Todo mundo tem suas superstições de ano novo.
É calcinha / cueca nova de tal cor, roupa branca, vermelha, amarela ou de acordo com suas expectativas do ano que esta por vir.
Pisa com o pé direito à meia-noite, pula 7 ondas, come lentilha, uvas, não come ave para não passar o ano ciscando e bebe champagne, aquela melhor garrafa da adega para brindar as boas energias para este novo ciclo que se inicia.


De todas as "mandingas" confesso que ja fui mais crédula e hoje sigo poucas.
Roupa branca não faco questão, mas a calcinha tem que ser nova e amarela todos os anos para continuar trazendo dinheiro no bolso. Esse nunca pode faltar!


Mas, o que sempre faço, independente de ser na passagem do ano, é uma lista com todos os meus desejos, digamos, meus to dos do ano que nasce.
Serve como um guia do que quero realizar ao longo daquele ano e, de certa forma, já vou colocando em ação meu wishlist.


Hoje, como muitos dias 31s que ja passei, peguei a tal da lista e fiz um balanco do ano.
No início do ano, nao fui muito ambiciosa, listei somente 12 coisas (versus em torno de 20 nos anteriores).
Das 12, 9 não atingi, 2 atingi e 1 ficou em cima do muro.
Isso não significa que o ano foi ruim, muito pelo contrário, meu relacionamento está ótimo, aconteceram coisas boas no meu trabalho, troquei de carro, tirei umas férias maravilhosas, concluí minha pós-graduação.
Sempre me cobro, mas acho que realmente poderia ter ficado mais próxima ainda da minha família e amigos.
Minhas férias serviram pra me mostrar o quanto minha vida pessoal é importante e que em alguns momentos, a deixei em segundo plano.
Virei chefe e percebi que o exemplo das ações valem muito mais do que qualquer palavra. Tarefa árdua esta, lidar com pessoas e principalmente ensinar e educar; já estou treinando para o dia que colocar meus filhos no mundo.
Valorizei ainda mais meus amigos verdadeiros, aqueles que me surpreenderam e que os cultivarei ao meu lado pra sempre nesta vida.


Bem, nem tudo são flores.
O que importa é o copo estar sempre meio cheio do que meio vazio e jamais desistir de nossos sonhos.
2012 vem aí. E eu não vejo a hora de fazer muita coisa acontecer, pois este ano nem comecou e já promete.


Um feliz ano novo para todos nós, com muita saúde, perseverança, amor e paz no coração.
Estes 4 ingredientes são o suficiente para correr atrás para conquistar todo o resto.


Nos vemos no ano que vem.





Eu e Ele...


...família dele



Preparar.... apontar....




...fogoooo!!!



domingo, 25 de dezembro de 2011

Feliz Natal :)

Sim, é Natal.
Adoro esta época do ano, as luzinhas e os enfeites por todo lado.
Este ano vi diversos "papais noel", de vermelho e branco, é claro, mas até amarelos também vi. Caminhei pela Av. Paulista para ver a decoração, mas só durante o dia.

Gosto muito de peregrinar pelas lojinhas de rua e nos shoppings para comprar uma lembrancinha especial para aqueles que amo.

Peguei 2 sábados de dezembro e investi de verdade na pesquisa e compra dos presentinhos (já falei um pouco sobre aqui).
Combinei com o Du que ele daria os presentes para a família dele e eu para a minha.
Comprei uma coisa para cada um, delicadamente escolhida a dedo. É claro que é sempre uma tentativa de acertar o gosto, o tamanho e tal, mas não ligo se trocarem o presente, o que importa é a intenção.

Para as amigas, fui na Loja da Havaianas, linda e maravilhosa na Oscar Freire e comprei uma Havaiana de reveillón para cada uma, com um lindo olho grego para sempre manter as boas energias por perto.

Este ano, eu e o Du acabamos nos dividindo e eu passei na casa dos meus pais e ele na casa dos tios dele.
Demos risada, tomamos vinho, ouvimos música de Maddonna Like a Virgin à Beatles, comemos uma ceia maravilhosa, me empanturrei de tanta comida boa e a sobremesa mal cabia.
Eita descendência boa que é esta minha italiana e melhor ainda a idéia da minha mãe de fazer Gnocci no Natal. Este, foi especial, com molho de champagne e alcachofras. (Imagina se eu comi pouco!?)
Depois da meia-noite, trocamos os presentes, nos abraçamos de "Feliz Natal", dissemos o quanto nos amamos, esta família pequena, porém tão unida.

Na hora de ir embora, arrumei os pratos e recolhi tudo da mesa para não deixar minha mãezinha camelando no dia seguinte e fui para o segundo turno.
Dei uma passada na casa dos tios do Du para encontrar com ele e sua família. Gosto muito deles e acho que a recíproca é a mesma, pois me receberam muito bem.

Cheguei na hora da sobremesa, mas não consegui comer um pedaço sequer, estava farta de tanto que tinha comido. Tomei 2 goles de espumante e parei.
Conversei com o pessoal e me diverti ao ver o vídeo dos Jib Jabs que a prima dele fez com a carinha de todos da família, inclusive a minha.
Acabei ficando pouco lá, mas valeu a pena. 
(Pena mesmo é a gente não ter conseguido unir as famílias para não mais haver esta divisão. Mas, quem sabe um dia?!)

No caminho, peguei um pouquinho de trânsito, mas fiz questão de passar pela árvore do Ibirapuera, meu Deus, como estavam lindas as árvores decoradas do parque. Prá ser sincera, achei a árvore em si meio pobre este ano, refletiu exatamente o meu palpite sobre as vendas deste natal, aparentemente menores do que o ano passado.

O Du tava prá lá de bagdá, resolvemos tomar mais uma cerveja em casa. Ficamos pulando e dançando ouvindo música na caixinha nova de iPod que meu pai me deu.

Lá pelas 3h30 da madruga, fomos dormir, felizes.

...

Feliz Natal para todos, nunca deixem que o espírito Natalino que une as famílias se perca.
Eles são nosso maior presente da vida, por mais que alguns momentos a gente não se dê conta disso.
Bom, é isso aí. Agora vou para o almoço. Já estou com fome de novo! :)



Nosso lar, nossa família, nossas raízes. Créditos: Site Farmrio

domingo, 18 de dezembro de 2011

Sou Brasil

Não, não virei a casaca. Ainda torço pelo glorioso Tricolor Paulista.
Mas num jogo entre o Santos e Barcelona, sou Peixe desde que nasci!
Adoro a cidade de Barcelona e também seu time, amei ter conhecido o Camp Nou e admiro o jogador Messi.
Apesar de nunca ter posto meus pés na Vila Belmiro, neste jogo, Santos é Brasil.
Meu país querido e glorioso que, por tantos anos repugnei por tanta corrupção, violência, pouca história e falta de oportunidade.
Precisei viajar algumas vezes prá fora para perceber como aqui é a bola da vez, amo esta terra, esta cultura, essas pessoas, este calor humano.
Hoje digo que sou brasileira com todo orgulho do mundo.


Acordei antes da hora hoje, só para não perder um segundo da final do jogo.
Me instalei no sofá de casa ainda de pijama. Meus pés, mãos, suvaco e tudo estava suando em bicas. Quanto nervosismo vendo aqueles de branco no campo tomando uma lavada dos de azul.
Claro, o Barça tem nome, tradição, técnica, entrosamento, digamos, baixo turnover na equipe, o que o favorece.
O Santos também tem nome, nasceu no país do futebol, o Santos do Pelé, agora do Neymar, este pirralho metrossexual tão brilhante em campo.


O que dói? Não é o 3x0 até agora o intervalo do jogo, mas sim o medo do Brasileiro de defender sua pátria, seu brasão, a forma como eles encolheram em campo só por conta de um argentino nomeado o melhor do mundo.
Cadê a raça, a força de vontade?
O que me parece são 11 amadores desesperados assistindo de camarote o Barcelona dar um banho neles e se contentarem em serem os segundos do mundo.


Sei que o Brasil é uma das maiores economias do mundo, é o foco dos olhos do globo, o país das oportunidades, mas enquanto o brasileiro continuar com esta síndrome de cachorro vira-lata, ficaremos sempre em segundo lugar.






Prá frente Brasil!

sábado, 17 de dezembro de 2011

Compras de Natal

Adoro clima de final de ano, várias festas, comemorações e encontros.
Dezembro é um mês que tem exatamente esta cara; dá para perceber quando as luzes de Natal são instaladas por toda a cidade e a agenda fica lotada com vários programas legais.


Esta semana foi uma daquelas, onde cada dia fiz algo diferente.
Deixei o sabadão (passado e este) para comprar os presentes e, para variar um pouco do que sempre fiz nos anos anteriores, comecei pelas lojinhas de rua. Que delícia que é comprar em lojas de rua, mesmo que uma das ruas seja a Oscar Freire. Sem aquele clima fechado do shopping, perrengue para estacionar o carro e mais liberdade. Fora que estas lojas são mais charmosas e parece que tem presentes diferenciados.


Claro que acabei me deslocando alguns quilômetros a mais para passar na minha loja de rua preferida, a Farm da Vila Madalena.
Acabei não comprando nada, pois tudo o que eu queria ou não tinha, ou não havia chegado. Que gafe, hein Farm? Como assim, a 1 semana do Natal, a coleção não está completa na loja?


Depois de comprar uma parte dos presentes, ficou faltando alguns e não tive como fugir do shopping. Ô dureza que é o estacionamento, o elevador, tudo.
As filas nas lojas, as crianças correndo, as promoções com valores exorbitantes para concorrer os mais variados tipos de carro... tsc tsc tsc...


Sempre curti mais o Shopping Morumbi, segundo o Du, (era) a minha segunda casa, pois sempre acabava lá quando ainda estava no meu trabalho antigo.
Seu complemento perfeito é o Mkt Place que fica bem na frente e ainda liga os 2 por uma ponte. No Morumbi não tem umas lojas do Rio de Janeiro que tem no Mkt Place, então quando quero fazer compras, sempre acabo indo nos 2.
O bom é que este segundo é mais vazio e tranquilo, então hoje resolvi todas as minhas pendências lá e só o estritamente necessário no outro.


Bem, foi uma peregrinação e tanto e eu finalmente consegui comprar todos os presentes.
A maioria deles, claro que sairão de suas embalagens no Natal, mas ainda terei esta última semana para entregar outros para as amigas mais queridas que acabarei não vendo no dia 25.


Esta semana que virá será curta e terá um clima especial. Além de não trabalhar na 6a feira, vou me preparar para meu descanso merecido do final do ano para renovar as energias.


Que venha 2012, que este ano mal começou e já promete! Só espero que o mundo acabe antes disso!




Minhas favoritas:





Farm Harmonia (é claro!!)



Havaianas Concept Store Oscar Freire - não precisa nem falar, né?!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Amor por Contrato

Há 2 semanas, assisti na TV ao acaso um filme que me intrigou e que está na minha cabeça até hoje.

É o "Amor por Contrato" ou "The Joneses" em inglês.
O que tem de mais neste filme? Bom... a começar pela crítica do consumo.

Trata-se de uma família fake (e aparentemente perfeita) que, na verdade, são funcionários de uma grande empresa que vende artigos de luxo. Como eles vendem? Simplesmente influenciando as outras famílias ao redor.

Estes "Betas" promovem produtos de dentro de seus círculos, tais como: maquiagem e roupas para as mulheres, artigos esportivos e carros para os homens e por aí vai.

De repente, toda a vizinhança daquela pequena cidade americana adquire as mesmas características da tal família tão invejada.

Mal sabem eles que tudo não passa de aparências.
O tiro acaba saindo pela culatra e os próprios influenciadores começam a perceber o dano que causaram naquela sociedade com o tal "efeito cascata" que tanto disseminaram.

Depois de assisti-lo e de ter comentado com várias pessoas, realmente percebi como tudo nesta vida é imagem.
Aquelas belas mulheres badaladas e famosas da "Caras" que frequentam as melhores festas e tem a marca de seus vestidos nos créditos ao lado do nome, com certeza não pagaram para usar aquela roupa.
Aí, as pobres coitadas mulheres da classe média, se matam para parcelar seus pequenos salários para consumir aquele produto e tentar passar a imagem de ser uma outra que não elas mesmas.

Bem, a vida é cruel. Só nos basta ter bom senso e às vezes colocar a mão na consciência de quem são nossas referências e qual é o preço que acabamos pagando por algo que não necessariamente precisamos tanto assim



Trailer



Pôster

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Hoje e sempre

Só um recadinho para hoje: vivam, aproveitem, não deixem de expressar seus sentimentos para alguém especial. Diga "eu te amo", cante, dance, sonhe.

Uma foto para inspirar o amor e a inocência. A beleza e a poesia.

Bom dia!

Créditos: site farmrio

domingo, 4 de dezembro de 2011

Os Dias de Cão Acabaram

Há algumas semanas ando acordando e dormindo com uma música que não sai da minha cabeça...

Sim, os dias de cão estão acabando... Que venha 2012!



Dog Days are over - Florence + the machines

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Vai logooooooo

Ainda questionando o tema da minha mono: será que tudo retorna mesmo?
Tenho pensado ultimamente na monotonia e na repetição que ando vivenciando no meu trabalho. As mesmas ações, mesmos clientes, mesmas emoções.
Ando em fase de mudança, a tal da estrutura da empresa parece um camaleão, nunca tem uma forma exata e nunca sabemos como estará no momento seguinte.


Resolvi dar um rumo para minha vida e um ultimato: ou mudo, ou mudo.
Sim, isso mesmo. Dentro ou fora, mudo. Seja do trabalho, seja na minha vida pessoal.
Aliás, to até pensando em mudar o visual. Apesar da franjinha que tanto queria cortar e que achei uma lástima, queria cortar o comprimento, este que nunca esteve tão grande em toda minha vida.
Adoro minhas mechas californianas, ou sun kisses, como bem diz o bom e velho Nino cabelereiro.
Mas, a real é que quando a gente resolve mudar o visual - já falei algo parecido aqui - a gente realmente quer mudar algo que está ao nosso redor, seja estilo de vida, trabalho ou coisa assim.
(Não, não quero mudar de casa, e muito menos de namorado. Graças a Deus estas foram escolhas que fiz e que tenho certeza que faria novamente todos os dias pelo resto da minha vida.)


Mas a real é que gosto de coisas que acontecem rápido e que mudam sempre. Mais dinamismo, por favor!
Estou com saudade daquele frio na barriga, de explorar coisas novas, de estudar algo que tenho que aprender em pouco tempo. Não tenho tanta saudade assim de suar em bicas nas mãos e nos pés, mas também faz parte deste novo inexplorado.


Bem, seguirei firme e forte como sempre.
Rezarei por mim, meu amor, minha família, amigos e por todos aqueles que tem um bom coração.


...




Será que dá para dar uma apressadinha nesta resposta?





Boring moments. Waiting for the answer.

domingo, 27 de novembro de 2011

Debutei na Formula 1

Sou adepta da idéia de que novas experiências são sempre benvindas. Algumas a gente repete, outras a gente deixa aquele momento guardado na memória.


Meu sogro nos deu uns ingressos para a Formula 1 e estava super ansiosa em vivenciar como expectadora daqueles carros que passam tão rápido que mal conseguimos acompanhar.






Para coroar a novidade, fomos de trem. Já peguei trem em outros países, mas este aqui de SP, minha terrinha natal, nunca tinha andado. Apesar do evento, ele não estava cheio, mas o cheiro foi super desagradável quando entramos. De início, achei que fosse o (pobre) rio (poluído), mas não, acho que algum infeliz soltou um belo dum pum no meio do povo. Nos delocamos para um lugar mais tranquilo e foi aí que o cheiro mudou, para o de salgadinho que algumas crianças estavam comendo (realmente o cheiro de Doritos não tem como não reconhecer de longe).


Olhava a paisagem e imaginava o que um gringo pensaria daquela paisagem de favelas, fios e o rio negro?
Foi quando percebi um garoto mulato passando no meio da gente e indo em direção a uma menininha de colo desconhecida. Acredita que ele foi até lá para oferecer à ela seu salgadinho? Ela, timidamente pega 3 e ele passa pela gente andando com uma ginga de quem está habituado a passar por ali muitas vezes.
Achei aquele gesto tão bonito que me fez sentir orgulho de ser brasileira. Nosso povo não tem parecido e nem mesmo igual em nenhum canto deste imenso mundo.


Caminhamos, camelamos, andamos embaixo de um sol à pino, pegamos carona num taxi, andamos mais, até que chegamos.


Finalmente coloquei meu crachá no pescoço e por lá ele permaneceu como se fosse uma medalha. Medalha esta, que não só eu e os que estavam comigo tinham, mas todos de lá o tinha e o exibia como um falo.


Chegamos no nosso camarote, climatizado, com abundância de comes e bebes.
Vi o Piquet fazer uma volta para exibir seu carro de mil novecentos e nada, vi alguns Porches tentando fazer uma graça por ali.



Realmente o Facebook é uma ferramenta incrível quando você sabe utilizá-la. De olhar a foto no post de um amigo, descobri que ele estava ali, exatamente no mesmo lugar que eu!


Almoçamos, brindamos umas champagnes aqui, outras cervejas ali.



Mas quando aquele monte de carros passaram fazendo a volta de demonstração, fiquei arrepiada.
Realmente o barulho é ensurdecedor, mas também inspirador.
Não senti o cheiro de gasolina e nem de pneu queimado como todo mundo fala, mas acompanhei cada uma das 71 voltas daquele circuito.


Infelizmente (ou felizmente!) não vi nenhum acidente, nenhuma batida, só 2 carros que quebraram ali pertinho, mas sem muitas emoções.


Foi bacana ver o "pega" entre o Massa e Hamilton, algumas ultrapassagens e o Vettel, que começou como um foguete, acabou escorregando e perdendo a pole para seu companheiro de equipe. 




Gostei também de ver o fanatismo dos homens para com suas equipes, uniformes e bonés com logotipos. É uma devoção diferente do futebol, digamos, mais amena.


O ronco da Ferrari realmente é demais e diferenciado dos outros, mas o carro mais bonito, sem dúvida, foi o da Red Bull.







Se pintar um convite "na faixa" na última hora no ano que vem, estou dentro!




O ronco emocionante...



sábado, 26 de novembro de 2011

A day in the life

Hoje bateu a nostalgia. Sei lá, deu uma vontade de chorar quando liguei o computador e comecei a ver algumas fotos.

Ontem encontrei uma velha amiga ao acaso. Adoro quando a vida prepara algumas surpresas inesperadas.

Os últimos finais de semana tem passado muito rápido. Quero aproveitar cada segundo. É por isso que acordei cedo hoje. O dia vai ser cheio.

P.S.: O meu iTunes está a cada dia mais recheado de músicas legais! Aí vai uma amostrinha para celebrar o dia


terça-feira, 22 de novembro de 2011

Wishlist

Qual ser humano na face desta terra não gostaria de ganhar dinheiro fazendo o que gosta.
Tudo bem que alguns gostariam de ganhar dinheiro sem fazer nada, mas estes não contam, querem a vida de mão beijada.

Mas, voltando ao assunto: quem não queria que seu hobby fosse seu sustento? Ou que seus interesses por mais bobos ou estranhos sejam seu ganha-pão?

Gosto de propaganda, de escrever, me comunicar, viajar, compras e moda. Tudo a ver!

Tirando um pouco os pés do chão, queria viver de pesquisar coisas novas e apresentar. Redigir textos interessantes e outros que tocassem as pessoas no fundo do coração. De repente, conscientizar sobre algo maior ou pequenas coisas que passam despercebidas no dia-a-dia mas que fazem a diferença. 

Viajar para explorar algo novo, dar dicas de lugares inusitados e compras dos artigos mais raros e belos.
Garimpar nas lojas uma roupa legal e barata, ou uma obra de arte para engrandecer o ambiente da sala ou aquele cantinho esquecido da casa.

Fazer um álbum, uma colagem, uma carta com uma letra bonita, algo tangível, já que as pessoas não conhecem mais a letra das outras de tanto que a internet virou parte de nossos corpos.

Acordar cedo, acordar tarde, ir dormir com as corujas ou com as galinhas, ter realmente tempo para fazer o que quiser e este tempo muito bem aproveitado para planejar o futuro, o presente e sentir saudade do passado.

Conhecer novas pessoas, de outras culturas, outros costumes, estes tão distintos, mas tão importantes.
Vestir uma burca, andar descalça, de biquíni, cabelo ao vento, de sári ou uniforme.
Sentir os diferentes papéis da sociedade na pele e vivenciar isso.
Falar em inglês, espanhol, mandarim, italiano, alemão, francês.
Aprender as gírias de cada local, um pedacinho do que é a cultura.

...

Sonhar é bom, é preciso e necessário.
... quem sabe um dia isso tudo não vira realidade? (ou, pelo menos chegar perto já está valendo)

Como é bom viver!






Thinking of life


sábado, 19 de novembro de 2011

My Computer Story

Tenho que confessar que até hoje nunca tinha tido um computador só pra mim.


Tudo começou quando meu pai se empolgou com uma promoção na TV e comprou um computador IBM Aptiva super hi-tech na época para usarmos em casa.
Me encantei de tal forma com aquela máquina, que a explorei de todas as formas. Adorava jogar Pitfall, mexer no Paintbrush e até uma historia de criança boba do Ziraldo - o Flicts - eu adorava ver no CD Rom. Depois de desvendar todos os mistérios daquele IBM, comecei a buscar novos desafios, tal como mexer no computador sem precisar usar o mouse - habilidade esta que agrega até os dias de hoje.
Lembro-me do meu pai usando aquela chatice do Lotus 123, o início das famosas planilhas em Excel e de falar no telefone viva-voz pelo microfone, enquanto um grande telefone era projetado na tela, onde ele discava e gravava seus números favoritos.


Lembro-me exatamente da primeira vez em que acessei a Internet, com aquela febre de iG e, apesar disso, acessamos através do Bol.
Era um chiado característico que entrava na rede através da linha telefônica (quem não lembra disso?).
Quando entrei no primeiro site, achei tudo tão normal, que achava que não estava na internet ou que tinha havido algo de errado. Mas não, era aquilo mesmo e eu não tinha me dado conta.


Depois de um tempo, aquele querido computador virou um calhambeque e o encostamos, ele demorava muito para ligar, para processar, fazer tudo.


Comecei a trabalhar desde cedo e, esta habilidade com computadores sempre foi meu diferencial.
Acabei usando os computadores de meus empregos também para uso pessoal, salvava minhas coisinhas ali, minhas fotos, alguns textos e Power Points de auto-ajuda que mais gostava quando recebia por email numa pastinha nomeada "Mari".


Depois, meus pais compraram outro computador bem moderno, que vinha com impressora, scanner, caixas de som e tudo que tínhamos direito. Não me lembro agora do modelo dele, mas era um preto, super lindo e imponente.


A esta altura, a tecnologia já tinha avançado bastante, assinamos uma internet a cabo e comecei a fazer meu querido iTunes para classificar as músicas do meu jeitinho para carinhosamente transferi-las para meu novo iPod nano preto.


Deixava horas e horas o bichinho ligado baixando minhas músicas favoritas através do eMule, enquanto meus pais reclamavam que não havia mais memória no disco para salvar um mega sequer de tantos gigas de música e alguns vírus que começaram a adoentar o pobre computador.


Mas.... o tal computador também era da casa, de toda a família e, meus cabelos ficavam em pé quando minha querida irmã inventava de colocar as músicas tudo de qualquer jeito no iTunes - Unknown Artists 1, 2, 3 e por aí vai, pois ela também tinha comprado um iPod e aquele era o único jeito de transferir as músicas, já que: 1. a maioria dos filés musicais estariam lá, 2. você tem que necessariamente eleger um computador oficial para abastecer seus gadgets da Apple e, 3. não dava para instalar o iTunes no computador da empresa :(


Mudei de casa e resolvemos pegar o computador do Du para deixar como Desktop oficial do apê, já que era um pouco melhor do que eu tinha em casa. Minha irmã acabou levando o computador preto para a casa dela, na tentativa de usá-lo, pois nestas alturas ele já estava próximo de se aposentar, mais lento do que um velho com artrose.


Até tinha um iTunes no computador jurássico de casa, mas... o que faria eu quando espetar meu iPod e zerar tudo o que tinha? Foram anos de cuidado e inserções de músicas que nem sabia mais se tinha os arquivos em .mp3...
Ao baixar novas músicas, ia até a casa da minha irmã para transferi-las através do escolhido computador preto.


O Du teve a brilhante idéia de comprar um notebook para a casa, ao invés de um Desktop, ninguém mais usa este trambolho e seria mais fácil de carregá-lo para onde quiséssemos. A princípio, dividiríamos o tal notebook no lugar do desktop.


Ele se empolgou com a Apple e resolveu comprar um MacBook Pro. Eu, pobrezinha, que usava o notebook do meu trabalho, assim continuei quando ele falou depois de algumas semanas que aquele computador era dele e não nosso. Se eu quisesse um, que comprasse, ou que continuasse usando o coitado do note do trabalho.


Comprei um HD Externo. Estavam todos meus arquivinhos ali juntinhos, mas não era bem um computador...


Bem, passaram muitos meses e não encontrava o computador que eu queria. A essa altura, também queria um Apple, apesar de não saber mexer direito com tanta tecnologia, mas era  esse que tinha escolhido para ser meu fiel companheiro.


Os preços aqui no Brasil são abusivos. Meu querido pai foi viajar e me ligou de lá dizendo que tinha exatamente o modelo que eu queria, com o processador i7. E o melhor de tudo: no mesmo preço do i5 aqui no Brasil. Bingo!


Bem, cá estou digitando estas palavras dele.
Sei que ele está meio carente, afinal, estou transferindo os arquivos aos poucos.


Qual primeira coisa que irei fazer?! Configurar meu iTunes!!!
E ai de quem encostar nele!



Olha ele aí!!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Dedicatória de Casamento

Foi tudo tão perfeito, saiu do jeitinho que ela sonhou e planejou em tantos detalhes...

Desejo tudo de melhor que há nesta vida para este lindo casal. Seguem algumas palavras que dediquei ao casal nesta maravilhosa e customizada cerimônia:


"Este é, ao mesmo tempo, o ponto de chegada e também o de partida de vocês.

Ponto de chegada de tudo o que vocês conquistaram, lutaram e viveram para chegarem aqui. E ponto de partida, pois é o início de uma convivência a dois, mais intensa, mais íntima.
1 + 1 = 2 e não 1. Quando forem olhar para o futuro, não farão mais planos cada um por si, mas sim por 2 e quem sabe um dia por 3, 4...
Acreditem em vocês mesmos e, sobretudo no amor e na cumplicidade. Por trás de um grande homem, sempre há uma grande mulher. E, por trás de uma grande mulher sempre há um grande homem.
Estejam juntos para aplaudirem um ao outro com suas conquistas e quando precisarem, fiquem mais próximos ainda para se escorarem em épocas de tempestade.
Escrevam novos capítulos no livro de suas vidas recheados de amor, alegria, paixão e prosperidade.
Nós, amigos estaremos sempre ao lado de vocês, acompanhando o desenrolar desta história tão bonita.
Na vida nós temos que dançar conforme a música. Dancem conforme a música sim. Mas ponham suas músicas favoritas para dançar.
E, por fim, a vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos
momentos em que você perdeu o fôlego...
      de momentos inesquecíveis...
            de surpresa...
                      e de felicidade..."



P.S.: Dou os créditos do primeiro parágrafo para o padre que casou meus pais.





O brinde! Ver mais aqui


Minha dupla de padrinho: Sérgio querido amigo da Cris desde os tempos de colégio


Madrinhas queridas: Di e Batatinha


Outras madrinhas queridas! Sá, Marcinha, Dani, Lê e Tati


Eu e o meu Amor que brigou comigo no meio da festa :(


P.S.2: A câmera ficou dentro da bolsa e não clicou o decorrer da festa... (viva os fotógrafos profissionais!!!)


sábado, 12 de novembro de 2011

Muitas coisas

AimeuDeusdocéu!
São tantas coisas que quero escrever aqui, muitas novidades!
Tem o restante da minha viagem ao Peru, meu computador novo que só depois de 7 dias com ele paradinho aqui que consegui mexer, brincar e configurar do meu jeitinho, sobre a despedida de solteira da Cris, linda que irá casar nesta 2a feira (e depois ainda terá o casamento dela....), sobre a sensação de sair na balada depois de tantos anos (nestas horas amo ainda mais meu namorado), sem contar na volta das férias, como é duro retomar o ritmo.
Bom, vou parando por aqui, já que a fome e o sono apertam.
Votarei em breve tentando relatar todas estas novidades em detalhes!


É isso aí! Bom feriado! :)

sábado, 5 de novembro de 2011

Música para meus ouvidos e para minha alma

Dizem que música é como droga: nos afeta psicologicamente.
Não tenho dúvida disso, ao ouvir uma música, você viaja pelo tempo, se emociona, se exalta ou se irrita. Não tem como passar despercebido!
Show ao vivo então, nem se fale... não há palavras para descrever a emoção que você sente em ser uma pessoa dentre muitas mil, em frente àquele palco todo iluminado e a banda que você mais gosta fazendo a música ali, exatamente naquele momento.

Para ficar um gostinho do que foi o show do Pearl Jam, a música que mais me tocou lá no fundo, com direito a me tirar algumas lágrimas:



PJ20 - Release

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Qosqo - el ombligo del mundo.

Ao chegar em Cusco, depois de uma conexão no terrível aeroporto de Lima, pensei que não fosse gostar daquela cidade. Logo me ocorreu, como tantas pessoas que conheci e que conversei que já tinham ido para lá haviam gostado daquela bagunça, daquela imensa pobreza?

Felizmente ficamos num hotel excelente e bem localizado. E começaram os passeios....

 
Tudo no meu querido idioma espanhol, com sorte de nenhum conterrâneo brasileiro no grupo. (Amo o Brasil, mas odeio encontrar brasileiros no exterior)

O primeiro dia, fomos conhecer uma criação de llamas, alpacas e cia, vimos o Valle Sagrado (achei que fôssemos adentrar nele, mas é impossível, pois é imenso demais), Mercado Pisac e ruínas de Ollantaytambo.

As histórias da civilização Inca é fascinante e o mais legal de tudo é imaginar como aquelas ruínas eram quando estavam inteiras e a sociedade funcionava a todo vapor.
A tristeza aparece com a colonização espanhola, que devastou esta cultura tão bonita, destruiu muito de seus templos e aniquilou totalmente sua religião para instaurar a fórceps o pobre catolicismo.

* Um ( ):
Os Incas (obviamente politeístas) a todo momento agradeciam por tudo que tinham: terra, água, sol, lua, comida e por aí vai. Será que se esta religião tivesse perdurado, o mundo estaria assim tão devastado?

No dia seguinte, o ponto alto da viagem: Macchu Pichu.

Depois de 4 horas de trem (com paisagens incríveis) + 30 minutos com uma van insana subindo os barrancos até chegar na cidade mágica, ali estávamos nós.

 Fiquei um tempo admirando a paisagem e tudo ao redor e não acreditava no que meus olhos viam. Era maravilhoso demais, parecia uma foto, uma montagem, ou algo assim.





A energia é imensa, não dá para descrever em palavras a primeiridade que é aquele local.
A grama é muito verde, as casinhas perfeitas, os templos estavam ali, as montanhas rodeando aquela civilização e as nuvens as cobrindo na medida certa. Sem contar com a presença do maior astro, o sol, que embelezou ainda mais aquele local.

Infelizmente não conseguimos subir em Wayna Pichu, mas fica a pendência para voltarmos lá e ingressarmos através do Caminho Inca. Sim, são 4 dias de dura caminhada e 3 noites de acampamento, sem direito a luxos e nem o menor luxo deles: o banho. (Talvez ano que vem... Alguém se habilita?)

O dia seguinte foi praticamente morto, desbravamos a pequena cidade de Águas Calientes. A praça principal era homenagem ao principal Inca revolucionário (que virou nosso brother) - Pachacutec - e uma pobre igrejinha.
A decoração da igreja era breguinha e o Jesus era negrinho. Dizem eles que foi por conta de uma proscissão em um ano X em que teve um dos piores terremotos e que a fuligem da vela o tingiu desta cor... ah, vá mentir para outro!

Voltamos para Cusco e, na manhã de domingo, vimos um belíssimo desfile cívico da cidade, com direito a hastear a bandeira do Peru e dos Incas, exército vestido à caráter, com suas armas em punho e as crianças uniformizadas marchando. Sem contar na bandinha e no hino nacional que foi de emocionar vendo o povo cantar com veemência, segurando seus chapéus e a com mão no coração.

À tarde, fomos para os tambos próximos à cidade. Os que mais gostei foram o da Pacha Mama - mãe terra - em que entramos dentro das pedras para ver a mesa de sacrifícios (pena que não tinha nenhum sangue nem múmia por lá...) e o Sacsayhuman. Este, o maior de todos é onde todo dia 24/junho acontece a festa do sol.
Ai, que vontade de ir também nesta data! (Infelizmente não podemos ter tudo... ainda...)

No dia seguinte, ainda conseguimos visitar o Museo Inka e algumas coisinhas mais.

Ao entrar na van de malas prontas rumo à Lima, meu coração apertou. Senti vontade de chorar, mas não o fiz como acontece em todas as viagens que faço. Pois sei que um dia muito em breve estarei lá novamente.


P.S.: Post inaugural de uma novo tag: " Pelo Mundo ". Espero recheá-lo mais e mais!

P.S.2: Impossível descrever em tão poucas palavras tudo que senti, vi, ouvi e vivi por aquela cidade maravilhosa que é Cusco. Essa é só a amostra grátis!

Lenguas, muchas de ellas

Me encanta el castellano, he estudiado por 3 años y algunos meses de mi vida e hasta hoy está muy fresco en mi memória. Especialmente ahora que volví del Perú.

Hablé con los guías, con las personas que allá conoci y oí mucho, demasiado. Todo fué tan normal que era como si estuviera en un país de mi lengua materna.
Las personas no creían que yo era de Brasil, pues mi sotaque es mínimo.

Por un instante estaba en el coche, en la carretera panamericana, mirando el paisaje de desierto, arena y polvo, con el pensamiento lejos, muy lejos de allá...

Pensaba en mi vida y mis pensamentos... ¡eran en español! Cuando me di cuenta, no me creí. Me quedé muy feliz. Por una cosa tonta, pequeña... mas no para mí!
El idioma fluía como el água, el água que no habia allá y que matava mi sed de despegar mis piés del Brasil.

El Perú me inspiró, abrió mi cabeza para los pueblecitos y para las culturas de antes, muy antes de mi abuela pensar en nascer y distintas de todo que vivi hasta hoy.

Mi inglés también fluió como água (pero no tan limpia como el español.... jaja). Cual va a ser el próximo idioma que empezaré a aprender?



Por la carretera...